1 - Verifique se o vendedor é realmente o proprietário do imóvel por meio da análise da matrícula do registro de imóveis. A documentação pode ser solicitada diretamente ao vendedor ou no registro de imóveis da região.
2 - Levantar as certidões dos proprietários de forma a identificar a saúde financeira do vendedor. Trata-se da certidão dos cartórios de protestos e processo civil ou trabalhista. Esse é o documento que concentra todas as certidões. Assim, não há chance que antigos débitos sejam cobrados do novo proprietário.
3 - Checar se o imóvel possui dívida de IPTU.
4 - De posse do número do IPTU há a possibilidade de conferir se o imóvel possui dívida de multas - que ocorre no caso de obras ou utilização irregular do terreno.
5 - Averiguar a aprovação do projeto na prefeitura. A aprovação do projeto é determinante, pois comprova que houve um responsável técnico pela obra.
6 - Com a companhia de um profissional (engenheiro ou arquiteto), vistoriar o imóvel para apurar se está de acordo com o projeto aprovado.
7 - Solicitar ao profissional técnico apontamentos sobre a possível existência de problemas de estrutura ou manutenção. Tais eventualidades devem ser consideradas em contrato ou sanadas antes da compra.
8 - Confirmar a existência do Habite-se, o documento que atesta que o imóvel foi construído seguindo as exigências estabelecidas pela prefeitura local para a aprovação de projetos.
9 - Analisar se o zoneamento permite ampliação do imóvel.
10 - Verificar se o imóvel não é tombado junto ao Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) ou outro órgão de proteção ao patrimônio histórico e artístico.
Fonte: www.exame.abril.com.br
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